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O conteúdo é rei, mas a autoridade é rainha

Eu tenho visto em alguns momentos que algumas pessoas e negócios evitam investir em um site próprio com o argumento de que o Facebook já supre todas as minhas necessidades (e é grátis). Bem, é sabido que redes sociais devem fazer parte da estratégia de marketing de uma empresa mas não devem ser a única ferramenta.

Baseado nisso, eu perguntei hoje pela manhã para a minha amiga Carla Adam, que trabalha como mídia há mais tempo do que eu posso lembrar e que circula tanto no meio offline quanto no online, como ela vê essa questão de alguns empresários preferirem as redes sociais (e sejamos francos, para o grande público isso quer dizer Facebook) a terem um site próprio. Ela me mandou um email (cujo assunto eu roubei para o título desse post) que dizia o seguinte:

Em 2013 o jogo mudou. Ouvi isso do próprio Facebook no treinamento que fiz lá:
“Nós não precisamos de mais conteúdo, parem de nos usar como blog ou site”

Eis aí o primeiro argumento a favor de um espaço próprio. Nem eles querem mais conteúdo. E vejam, a frase é de 2013. Estamos em 2016 e ainda há quem insista em manter apenas o Facebook.

De que adianta estar presente no Facebook se o alcance das publicação orgânicas é zero?
O novo jogo é content marketing no qual o conteúdo é rei mas a autoridade (de domínio) é a rainha. Quando eu quero realmente algo (comprar,saber,me inspirar) onde eu procuro informação?

Autoridade. Isso é algo que somente um site ou um canal próprio, poderá lher trazer. E autoridade, já sabemos, ajuda no ranking do Google – que é onde todo mundo procura alguma coisa hoje em dia.

O futuro é agora e ele é proprietário: PLATAFORMAS PROPRIETÁRIAS DO CLIENTE (blog,site,canal do YouTube).

Observem, no entanto, que aqui existe uma exceção. O YouTube não é seu, nem nunca vai ser. Mas é uma ótima maneira de distribuir conteúdo – e incluí-lo dentro do seu próprio site.

Hoje é o Facebook amanhã poderá ser qualquer outra plataforma. Mas a autoridade de domínio, bem, essa tem uma vida bem mais longa. Redes sociais são para SAC, presença digital, impulsionamento de conteúdos e geração de tráfego para a plataforma proprietária.

Redes sociais devem fazer parte da estratégia e não serem o todo dela. Elas podem ajudar no seu posicionamento online e até servir como um canal de diálogo com os clientes. Mas para que esses clientes saibam realmente o que sua empresa tem a oferecer – mesmo em termos de novidades – o ideal é que esse conteúdo esteja em casa, ou seja, em um site próprio.

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A Nova identidade visual da Netflix

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O estúdio Gretel, de Nova York, foi o responsável pela nova identidade da Netflix. Com a expansão do serviço no mercado global fez-se necessária uma unificação da identidade visual. A solução apresentada se chama The Stack (ou A Pilha) e é uma maneira elegante de apresentar o conteúdo do serviço de assinatura.

A Pilha é composta de cards, que são unidades de um mesmo tamanho e podem conter qualquer coisa. Esses cards se movimentam para revelar ou ocultar conteúdos – de uma maneira bastante semelhante ao Material Design, do Google.

No geral o projeto faz uso de poucas três cores e se apoia nas imagens de suas produções originais, criando assim uma relação entre marca e conteúdo que funciona muito bem. Com a nova tagline: See what’s next, o serviço aponta tanto para seu pioneirismo quanto para o fato de que podemos ver a próxima atração com apenas um clique.

O vídeo abaixo mostra as guidelines do projeto.

O case completo pode ser visto aqui.